Ao Não Arriscar…Vais Perder a Chance de Acertar!

Ao Não Arriscar…Vais Perder a Chance de Acertar!

 Já Pensaste que não arriscar é Perder a Chance de Acertar?

Correr riscos é algo fundamental para que alcancemos os nossos maiores objectivos.

Essa palavra “riscos” tem uma relação estrita com outras duas, que são possibilidadeoportunidade.

Mas na eventualidade de um fracasso ou de uma derrota, se por um lado se perde alguma coisa, por outro, a experiência de vida e a sabedoria aumentam.

Como diria Samuel Smiles ” Nunca se dê por vencido. Desenvolvemos a Sabedoria com os fracassos muito mais do que com os Sucessos.”

Não achas?

E foi também a muita experiência e a enorme sabedoria que qualificaram um grande amigo meu o Rodrigues, para o cargo de director de uma das maiores empresas da Europa.

Ele pediu-me para partilhar o seu PRINCÍPIO em algum artigo que escrevesse:

“Foi  a minha sabedoria que me trouxe até onde estou, mas ela não veio de livros, nem nada disso, ela veio dos meus fracassos.  Para qualquer oportunidade que tiverem, digam SIM. E ARRISQUEM. Só se tem a ganhar quando se arrisca.”

 

Eu acrescentaria que Jogar Pelo Seguro É Mais Arriscado Do Que Correr Alguns Riscos!

Esse discurso é muito coincidente com um outro bem famoso, do  Michael Jordan, que diz:

“Eu falhei mais de 9.000 cestos e perdi quase 300 jogos.

Em 26 diferentes finais de partidas fui encarregado de jogar a bola que venceria o jogo… e falhei.

Eu tenho uma história repleta de falhas e fracassos em minha vida.

E é exactamente por isso que sou um SUCESSO.

Michael Jordan simplesmente arriscou. Rodrigues, simplesmente arriscou.

Concordas?

Podes não concordar que não tem problema nenhum, mas se disseste sim, se concordas por que tens tanto medo do fracasso?

Se é por causa das perdas, vou te provar logo a seguir que, para a grande maioria dos riscos, só temos MESMO a ganhar.

Rodrigues contou uma história de uma empresa sua, já fechada.

Contou que teve fases muito duras de puro sofrimento e angústia, o stress de um negócio destinado ao fracasso, mas que ele tentava a todo custo manter e que os prejuízos comprometeram dois anos da sua vida e abalaram um relacionamento.

Essa era a sua vida mas tinha GRATIDÃO por tudo o que acontecera. Realmente, ele sofreu muito, mas também cresceu muito.

Sugeriu que todos vissem o filme “Brilho eterno de uma mente sem lembranças”, que conta a história de um homem desesperado com o sofrimento do fim do relacionamento com a namorada e que resolve apagar da memória toda a sua história com a sua ex.

Contrariamente, a consciência desse homem luta com toda a força para resistir ao desfazer da sua vida passada e da lembrança da sua grande paixão.

O filme torna se num drama na medida em que o telespectador capta a marcante mensagem do filme: a intensidade do nosso sofrimento, independentemente da história vivida, resulta no tamanho do património da nossa mente, no fundo resulta na nossa vida.

A minha esposa Milú tem a mesma opinião e diz muitas vezes … “quem não sofre, não vive”

Noutras palavras, a vida é um substrato da Sabedoria.

Não será por isso que usamos a expressão de comparação “vivência”?

Voltando agora ao fracasso e resumindo essa “perda”, ela tem duas componentes:

  • A dimensão física, que é a diminuição significativa de algo a que se dá muito valor: património, casamento, amizades.
  • E a dimensão emocional, que é a dor e o sofrimento da perda, incluindo o constrangimento social derivado da pressão de teres “o dever” de ser bem sucedido.

E como é que as pessoas comuns dimensionam uma experiência fracassada?

Normalmente precipitam-se em responder pelo volume do valor perdido e esquecem-se do ganho da experiência, que é a fórmula mais popular do sucesso.

Simples e incontestável.

E o que é que o Rodrigues, assim como Michael Jordan, uma pessoa fantástica, muito acima da mediania, pensam sobre o fracasso?

“Que todo sofrimento do presente é absorvido SEMPRE como um aumento de sabedoria futura, pela nossa mente”.

E ele concluiu que:

“Ao viver intensamente a nossa experiência, qualquer nível de sofrimento que dela derive é  enriquecer a nossa própria história e, consequentemente, a própria vida”.

O Sofrimento É Uma Das Bases Da Sabedoria.

 Daí a luta da consciência do homem do filme “Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembrança”: a máquina estava a matar a sua mente, ou, noutras palavras, estava a destruir a sua Fantástica Sabedoria.

Meu amigo explica:

“sabedoria não se compra. Não há dinheiro que se pague por ela porque simplesmente não se pode   monetizá-la”.

E para ela crescer, só é preciso TEMPO E OPORTUNIDADES, que também dependem de nós, da nossa exposição, de aceitarmos os convites que nos fazem, de não termos medo de enfrentar julgamentos…

Regredindo o raciocínio: quando arriscamos, pode tanto enriquecer o nosso património, como no caso de fracassarmos enriquecer a nossa sabedoria.

Fantástico, não é mesmo?

Logo, os mais sábios são aqueles que mais arriscaram.

Hoje, ele conta com orgulho as histórias passadas de sofrimento.

E quando fala de toda a perda de património, prefere até detalhar: “XXX milhares de euros”, para depois concluir: “mas isso não é assim tão relevante. Isso tudo vai ficar para trás”.

O que é mesmo preocupante é a perda de tempo. Isso é irrecuperável. Nunca voltará. Porém, é essencial para acumular uma fantástica sabedoria.

E sobre o Risco?

Ele é somente a principal ferramenta da promoção da vida. Dinheiro tanto vai como vem rápido, o mais importante é a habilidade de saber usá-lo.

Nunca devemos então colocar o nosso património,à frente da nossa consciência ou da nossa sabedoria.

Não desperdices o teu tempo porque ele é valioso de mais e nunca o irás poder recuperar!!

De Mais a Mais a Tua Hora é AGORA!

Até Breve

Milú e António

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