Violência Doméstica, Até Quando?

Violência Doméstica, Até Quando?

 

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Violência Doméstica Até Quando?

São muitas as Mulheres que sofrem em silêncio, agressões físicas e psicológicas dos companheiros, muitas vezes com os filhos a assistir a este drama.

Que pairará na cabeça das crianças, ou adolescentes ?

Que influência estes episódios terão na seu desenvolvimento?

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As Crianças sofrem com a violência Doméstica e são também vítimas deste problema grave da nossa Sociedade.

Crianças ou adolescentes que presenciam violência doméstica sofrem muito com isso e correm risco de enfrentar diversos problemas psicológicos, emocionais, comportamentais, sociais e académicos, são vítimas deste problema da Sociedade, pelo que estão aqui alguns alertas que devemos ter em atenção:

  • Dar apoio a estas crianças passa sobretudo por escutá-las, dar-lhes tempo e um espaço de expressão – as crianças têm uma percepção do que está a acontecer e vão dar sinais de que algo não corre bem nas suas vidas;
  • É necessário o apoio de um profissional de saúde pediatra e/ou psicólogo – estas crianças e jovens ficam completamente perdidos, isolam-se, apresentam dificuldades de aprendizagem apresentam índices de depressão, choro compulsivo, baixa auto-estima, insegurança, medos, ansiedade e muitas vezes agressividade;
  • É importante que estas crianças saibam que não têm culpa do que está a acontecer;

Este artigo sobre violência doméstica, não pretende mais do que ser um alerta para este tipo de violação de direitos humanos, tão vulgarizado em Portugal e no mundo.

Apesar de estatisticamente estarem a aumentar os casos em que a agressão é efectuada por parte da mulher para com o homem, na grande maioria continua a ser o homem o agressor predominante.

Penso que uma das razões se deve ao facto de e apesar da evolução positiva nestas últimas décadas, não haver ainda plena igualdade entre ambos os sexos.

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A maioria das mulheres após serem vítimas de violência física ou psicológica, sentem-se em pânico, confusas, vulneráveis, desorientadas e naturalmente em estado de choque.

Ficam psicologicamente abaladas, com diminuição da autoconfiança, e uma tristeza reflectida no olhar.

 

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Perante todo este panorama, o que leva uma vítima a manter-se numa relação violenta?

Porque razão muitas delas não conseguem tomar a decisão de terminar um relacionamento sendo ele baseado na violência?

Pode parecer estranho mas são várias as razões:

Desejar continuar a investir neste relacionamento (dependência emocional, dificuldade em aceitar que a relação não resultou);

Não querer deixar a casa, os seus pertences, os filhos ou animais de estimação;

Temerem a reacção do agressor se abandonarem a relação;

Não querer perder o estatuto social ou económico;

Ter esperança que a situação se vá resolver com o seu parceiro e que ele mudará e deixará de ser violento;

Sentir vergonha de que as outras pessoas saibam que é vítima de violência doméstica;

Não se sentirem com forças suficientes para enfrentar a situação de ruptura estarem dependentes económica ou financeiramente do agressor;

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É urgente denunciar estas situações e exigir por parte das entidades competentes, penas severas para os prevaricadores. O cidadão comum não deve levar à letra o ditado que diz que “entre marido e mulher não metas a colher”.

Devemos meter a colher sim, denunciando quando são do nosso conhecimento crimes bárbaros como estes, que colocam em causa a integridade física e psicológica de quem quer que seja.

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Nunca esquecer que esta atitude pode fazer a diferença entre a vida e a morte!

Existem vários meios para a divulgação deste problema da sociedade, e um deles poderá ser de uma plataforma de blogs como esta, onde poderemos através da internet alertar as pessoas para este crime cada vez mais presente nos dias de hoje.

Viver com qualidade é aquilo que todo o ser humano merece.

Diz Não a todas as Formas de Violência Doméstica!

Até Breve

Milú e António

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